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Hora de pensar na aposentadoria! Parte I

Olá queridonas do meu coração!

Hoje vamos falar de aposentadoria, um assunto super interessante e importante! E sabe qual é o melhor momento para pensar no assunto?!

Pois bem, a resposta é QUANTO ANTES MELHOR!

Você já tem sua previdência privada?! Puxa vida! Que legal!!! =]

Ops, você não sabe o que é e nem como funciona?!

Sem problemas, estou aqui pra isso, vamos falar sobre esse assunto hoje e esclarecer as principais dúvidas!
Separei esse assunto em dois posts para que o tema não se tornasse cansativo e você conseguisse entender tudinho claramente. No próximo post, saiba tudo sobre como definir seu plano de Previdência Privada.
Peguei material do site Dr. Previdência, que esclarece tudinho sobre o assunto.

A expectativa de vida dos brasileiros está cada vez maior, por isso, a cada dia que passa, torna-se mais importante pensar e planejar nosso futuro, como viveremos os anos que sucederão o fim ou diminuição no ritmo do período de trabalho?

Veja na tabela abaixo, o quanto você perderá de renda, ao se aposentar pelo INSS:

fonte: Dr. Previdência

O que é previdência privada?
Podemos comparar a previdência privada, também conhecida como previdência complementar, com uma poupança, onde você efetuará aplicações mensais durante um tempo determinado e depois desse período você colherá os rendimentos.

Ela deve servir como um complemento a tua renda na hora em que tiver que diminuir o ritmo de trabalho.

Esse patrimônio deverá proporcionar renda suficiente para a manutenção do padrão de vida da família, complementando a aposentadoria do INSS.

E como funciona?
Você deve escolher uma instituição apta a prestar esse serviço, e isso deve ser feito com muita cautela, é importante escolher uma empresa consolidada, segura e conhecida no mercado. Pense só, vai ser essa empresa que terá que garantir sua aposentadoria conforme o planejado, você ficará investindo seu dinheiro nela por alguns anos, ela terá que sobreviver esse tempo e lhe garantir o retorno da sua aplicação no final do período.
Precisa ou não precisa ser uma boa instituição?! rsrsrs

Como você pode avaliar a solidez de uma instituição?
Através de alguns aspectos elencados a seguir, você poderá analisar a solidez do administrador a ser contratado:

– Não envolvimento em escândalos, crises, ou processos administrativos;

– Tamanho, uma da instituição de grande porte possui uma maior estrutura e pode diversificar melhor seus riscos e ganhar em escala, então, pelo menos em tese, ela tem maior solidez que a pequena;

– Histórico e filosofia da instituição (postura conservadora é melhor nesse tipo de produto);

– Tradição em Previdência Privada local e/ou internacional;

– Experiência dos profissionais envolvidos na área de Previdência;

– Se já possuir assistidos (participantes que já recebem benefícios), procurar conhecer se eles estão satisfeitos ou não;

– Se possui rating (análise de risco) de agências internacionais.

Outros pontos que devem ser levados em consideração na hora de escolher a empresa, são:
Rentabilidade, taxas de administração, serviços oferecidos aos participantes e simulações.

O investimento na previdência privada é composto por duas fases:
1ª fase — Acumulação – Esse é o período onde você poupa é investe, com intuito de gerar uma boa renda pra você futuramente.
2ª fase — Renda – Essa é a fase onde você começa a usufruir dos seus investimentos.

Veja a estimativa de quanto um investimento mensal poderá lhe render na aposentadoria, confira a diferença entre começar cedo e deixar para última hora.

1ª fase acumulação: você investe mensalmente durante o período escolhido, acumulando determinado valor 2ª fase renda: Veja a renda mensal que o valor acumulado na 1ª fase poderá garantir, durante o período estimado de vida na aposentadoria
Investimento mensal R$ Período Rendimento
% ao mês
Valor acumulado ao final doperíodo R$ Período Rendimento
% ao mês
Valor da renda mensal R$
100,00 35 anos 1,00 649.526,91 20 anos 1,00 7.081,04
100,00 30 anos 1,00 352.991,38 20 anos 1,00 3.848,26
100,00 25 anos 1,00 189.763,51 20 anos 1,00 2.068,77
100,00 20 anos 1,00 99.914,79 20 anos 1,00 1.089,26
100,00 15 anos 1,00 50.457,60 20 anos 1,00 550,08
100,00 10 anos 1,00 23.233,91 20 anos 1,00 253,29
100,00 5 anos 1,00 8.248,64 20 anos 1,00 89,93
100,00 1 ano 1,00 1.280,93 20 anos 1,00 13,96

Exemplos da tabela acima:

A-   1ª linha: você investe R$ 100,00 todo mês durante 35 anos, acumulando R$ 649.526,91. Com esse valor você poderá ter um rendimento de R$ 7.081,04 por mês, durante 20 anos.

B-   Última linha: você investe R$ 100,00 todo mês durante 1 (um) ano, acumulando R$ 1.280,93. Com esse valor você poderá ter um rendimento de R$ 13,96 por mês, durante os mesmos 20 anos.

VIU COMO É IMPORTANTE COMEÇAR A INVESTIR O QUANTO ANTES?

Quais os tipos de previdência privada disponíveis no mercado e como escolher?

Existem dois principais tipos de previdência complementar, PGBL e VGBL.
Para você saber qual escolher na hora de fechar o seu contrato, veja o que cada um significa e funciona:

PGBLPlano Gerador de Benefício Livre, que apesar de não garantir rentabilidade, é mais transparente para o participante e tem sido desde 1998 muito procurado para que quer aliar planejamento financeiro futuro com planejamento tributário presente, devido à sua dedutibilidade da base tributável de IR (veja quadro comparativo);

VGBLVida Gerador de Benefício Livre, a partir de 2003 passou a desbancar o líder PGBL, sendo um produto adequado principalmente para aqueles que fazem declaração simplificada, para profissionais liberais ou para aqueles que já contribuem com 12% (teto para dedução) de sua renda bruta, para outro plano. Isto porque o VGBL, não permite dedução na contribuição, mas também no resgate ou recebimento do benefício, só sujeita à tributação, a rentabilidade auferida no período de acumulação.

Compare os dois produtos mais utilizados como veículo de poupança previdenciária complementar:

Características PGBL VGBL
1. Dedutibilidade de até 12% na Renda Bruta Sim Não
2. Garantia de Rentabilidade Não Não
3. Repasse do Excedente Financeiro 100% da rentabilidade vai para o Participante 100% da rentabilidade vai para o Participante
4. Incidência de IR sobre a Rentabilidade do Fundo Não Não
5. Administração dos Ativos Através de FIE’s) Através de FIE’s
6. Taxa de Administração dos Recursos (Ativos) Taxa anual cobrada sobre o total do fundo Taxa anual cobrada sobre o total do fundo
7. Taxa de Carregamento/Administração (Passivo) Taxa cobrada sobre cada aporte ou contribuição Taxa cobrada sobre cada aporte ou contribuição
8. Possibilidade de escolher diferentes perfis da carteira de investimento Sim Sim
9. Taxa de Saída Pode haver Pode haver
10. Divulgação da Rentabilidade Extrato e divulgação obrigatória em jornal diariamente Extrato e divulgação obrigatória em jornal diariamente
11. Carência para Resgate ou Transferência De 60 dias até 24 meses dependendo do administrador De 60 dias até 24 meses dependendo do administrador
12. Portabilidade entre Administradores Permitida Permitida
13. Coberturas Benefícios de Renda e de Risco (Pensão por Morte e invalidez) dependendo do Administrador Benefícios de Renda e de Risco (Pensão por Morte e invalidez) dependendo do Administrador
14. Tributação no Resgate Dependendo do tipo do plano, tabela progressiva de IRPF ou regressiva de 35% à 10 conforme tempo de acumulação. Idem PGBL, mas a alíquota aplicável, só incide sobre a parcela que rendeu no período de acumulação.

Não perca amanhã, a segunda parte desse assunto, num post especialmente para lhe ajudar a definir seu plano de Previdência Privada e lhe mostrar os tipos de benefícios e rendas disponíveis no mercado.

fonte: Dr. Previdência

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