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Investimentos em Renda Fixa: Debêntures – TD – CP

Investimentos em Renda Fixa: Debêntures – Tesouro Direto – Caderneta de Poupança

Dando continuidade aos nossos estudos sobre investimentos hoje vamos falar sobre mais 3 tipos de investimentos em renda fixa e a partir daí você começa a se familiarizar com essa opção e fica mais fácil identificar a melhor opção para você.

O que temos estudado aqui vai te ajudar, ao final, criar suas estratégias de investimentos.

Falaremos hoje sobre:

  • Debêntures
  • Tesouro Direto
  • Poupança

Bons estudos! 🙂

O que é debênture?

Debênture é um tipo de título privado, título de renda fixa emitido por uma empresa. Outro exemplo de título privado seria o CDB, que já conversamos por aqui, só que emitido pelos bancos.

Nesse caso, quem emite a debênture é uma empresa com o objetivo de obter dinheiro emprestado.

Por que as empresas emitem debêntures?

Da mesma maneira que o governo emite títulos públicos com rentabilidade preestabelecida (pré ou pós-fixada) com intuito de arrecadar dinheiro, as empresas também se beneficiam dessa prática, para captar recursos no mercado com juros menores que os oferecidos pelas instituições financeiras.

Debêntures possuem um risco um pouco maior (dependendo é claro da reputação da empresa) que os títulos públicos, por isso geralmente esses títulos oferecem remunerações mais altas.

Existem 2 tipos de de debêntures: as conversíveis e as não conversíveis em ações.
As não conversíveis pagam juros periodicamente (dependendo do que for definido pelo emissor) e no vencimento pagam o valor estabelecido + juros.
Já a debênture conversível permite que o investidor transforme-a em ações desde que sejam cumpridas as regras preestabelecidas pelo emissor.

Tributação

As debêntures são tributadas da seguinte forma:
Para prazo até 180 dias – 22,5%
De 181 dias até 360 dias – 20%
De 361 dias até 720 dias – 17,5%
Mais de 720 dias – 15%

Por isso, se você investir R$ 1.000,00 em uma debênture e ela pagar 20 em menos de 180 dias de rendimento, ele será tributado em 22,5%. Os rendimentos recebidos entre 181 dias e 360 dias terão tributação de 20% e assim por diante.

Risco

O risco da debênture está associado a credibilidade da pessoa que a emite.

Dessa forma,

Existe o risco de crédito, que é o risco da empresa deixar de pagar ou cumprir os compromissos assumido.

  • Risco financeiro, se a empresa não tiver um fluxo de caixa bem estruturado para pagar os juros.
  • Risco monetário, se uma alteração na taxa de juros impactar a empresa e isso gerar impactos negativos nela.
  • Risco cambial, se a empresa tem suas atividades muito associadas ao câmbio e esse se alterar; entre outros.

Mesmo existindo todos esses riscos, algumas agências de classificação de risco fazem o trabalho de classificar o risco das debêntures emitidas por essas empresas. Dessa forma você pode escolher com uma maior segurança mesmo não entendendo a fundo sobre a empresa. Só para destacar que as notas utilizadas por essas agências são utilizadas pelos gestores ao redor do mundo, então elas possuem uma boa credibilidade. Claro que nada é motivo para certeza, por isso sempre busque diversificar seus investimentos.

Aplicação Mínima

Você pode começar a investir em debêntures a partir de R$ 1.000,00.

A aplicação mínima da debênture varia de acordo com o que é definido pelo emissor. Algumas debêntures exigem aplicação mínima de R$ 1.000,00. Outras já exigem uma quantia maior. No geral, produtos de qualidade acima média (com retorno acima da média e baixo risco) irão exigir uma aplicação mínima maior por parte do investidor.
É interessante você buscar falar com um assessor de investimentos de confiança sua, pois ele estará por dentro dos mais diversos tipos de investimentos em debêntures.

Prazo

Da mesma forma que a aplicação mínima, o prazo varia de acordo com o que o emissor definir. O prazo pode variar de alguns meses até a mais de 10 anos, essas já não são tão comuns. Existe um site bem interessante sobre debêntures: http://debentures.com.br. Acessando esse link, poderá ver que existem várias debêntures com os mais diversos prazos.

Como acompanhar as debêntures oferecidas pelo mercado?

Assim como nos títulos públicos, onde temos o excelente site do Tesouro Direto para acompanhar os preços e taxas diariamente, existe o BovespaFIX, onde é possível pesquisar e visualizar todas as debêntures ofertadas.
As corretoras de valores são a fonte para a compra desses títulos. Uma boa sugestão, é solicitar mensalmente ao seu assessor de investimentos as debêntures (e demais opções de renda fixa) disponíveis para negociação ou procurar no BovespaFIX.
Assim você ficará por dentro de ótimas oportunidades de investimento, com boa rentabilidade, preços atrativos e baixo risco.

Como investir em Debêntures?

Primeiramente você precisa ter uma conta em banco ou corretora que trabalhe com esses títulos.
Para abrir uma conta em uma corretora você precisa de CPF, RG e um comprovante de residência. Também é interessante que você tenha contato com um assessor de investimentos para lhe passar sempre as novidades mais interessantes sobre as debêntures que estão surgindo no mercado. Existem vários produtos interessantes.

Em seguida você precisará transferir o seu dinheiro da sua conta bancária para a corretora. A partir daí você estará pronto para comprar a sua debênture.

Não se esqueça de verificar os custos para comprá-la!

Resumo

  • A debênture é um contrato título de crédito que você faz com uma empresa privada.
  • Elas podem ser conversíveis em ações ou não.
  • A sua tributação varia de acordo com a tabela regressiva de investimentos de renda fixa.
  • É interessante verificar como as agências de risco classificam a debênture.
  • A aplicação mínima varia de acordo com o emissor. Normalmente gira em torno de R$ 1.000,00.
  • O prazo varia de alguns meses a até mais de 10 anos (em poucos casos).
  • As debêntures são uma ótima alternativa para diversificar seus investimentos de renda fixa.
  • Para investir nas debêntures você precisa ter uma conta em um banco ou corretora que trabalha com esses títulos.
  • Não esqueça de verificar os custos antes de comprar sua debênture.

O que é Tesouro Direto?

Tesouro Direto, um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC).

Títulos públicos

Os títulos públicos são ativos de renda fixa que se constituem em boa opção de investimento para a sociedade. Possuem a finalidade primordial de captar recursos para o financiamento da dívida pública, bem como para financiar atividades do Governo Federal, como educação, saúde e infraestrutura.

Dívida Pública

O governo assume essa dívida, pois possui gastos com saúde, educação, etc. Dessa forma ele precisa financiar esses gastos. Uma das formas do governo arrecadar dinheiro é através dos tributos (Imposto de renda, IPVA, entre outros). Outra forma é contraindo dívidas por meio da emissão de títulos públicos.

Dessa forma o governo:

  • Emite títulos de dívida.
  • Recebe o valor da pessoa e promete pagar a ela o valor total + juros que são acordados no momento da compra.
  • O pagamento do valor pode ser em uma única vez.

Exemplo: Empresto ao governo R$ 10.000,00 a uma taxa de juros de 8% ao ano com vencimento no ano seguinte. No ano seguinte receberei R$ 10.800.00 sem descontar o imposto de renda e outras taxas (falarei mais em seguida).

O pagamento pode ser feito em parcelas.

Exemplo: Empresto ao governo R$ 10.000,00 a uma taxa de juros de 8% ao ano com vencimento no ano seguinte. Se o pagamento dos juros combinado for de 6 em 6 meses, passados 6 meses eu receberia os sobre os 10.000,00 reais que eu emprestei até aquela data. No vencimento, eu receberia os 10.000,00 mais os juros restantes.

As principais vantagens são:

  • Excelente opção em termos de rentabilidade;
  • As taxas de administração são muito baixas;
  • Você tem a possibilidade de diversificar seus investimentos, obtendo variadas rentabilidades, como pós-fixadas (pela taxa básica da economia), prefixadas e indexadas a índices de preços;
  • Você pode se garantir realizando poupança de longo prazo ao optar por títulos indexados a índices de preços, e ainda obtém rentabilidade real significativa;
  • Você pode gerenciar seus investimentos com comodidade, segurança e tranquilidade;
  • Você investe com objetivos definidos e levando em conta fatores como: valor a investir, prazo, taxa de juros e riscos;
  • A liquidez é garantida pelo Tesouro Nacional;
  • Você tem maior poder de tomada de decisão e controle do seu patrimônio;
  • Os títulos públicos são considerados de baixíssimo risco pelo mercado financeiro.

Os títulos mais famosos são:

LFT (Letras Financeiras do Tesouro):

É um título pós-fixado, pois se valor é corrigido pela variação da taxa básica de juros, a Taxa SELIC. Pode-se considerar um investimento bem conservador.
Vantagens:
Irá variar de acordo com a Taxa SELIC. Logo, é uma alternativa muito boa se compararmos ao CDB, pois a LFT paga muito próximo de 100% do CDI.

É um título interessante para o curto prazo.

Desvantagens:
Em um cenário de queda de taxa de juros ou de inflação a níveis próximos da Taxa SELIC, o ganho real pode ser próximo a zero.

LTN (Letras do Tesouro Nacional):
É um título prefixado, ou seja, você sabe a rentabilidade prometida da aplicação se esperar até o vencimento.

Vantagens:
Você sabe exatamente quando irá receber na data do vencimento.
No geral se paga um valor um pouco maior que a taxa de juros, por você estar correndo o risco da taxa de juros subir e você ganhar menos.
Pode gerar ganhos no curto prazo se a taxa de juros cair.

Desvantagem:
Se a taxa de juros subir e você precisar do dinheiro no curto prazo, você pode perder dinheiro.

NTN-F (Notas do Tesouro Nacional Série F):
E um título semelhante a LTN, com uma pequena diferença: paga juros periodicamente.
As desvantagens são as mesmas da LTN e as vantagens também, com apenas uma diferença: você recebe os juros semestralmente. Podemos discutir se isso é vantagem ou não, mas para muitos é.

NTN-B (Notas do Tesouro Nacional Série B):
É um título pós-fixado indexado a inflação. Isso significa que o valor do título é atualizado pelo IPCA (índice de inflação utilizado pelo governo).
A NTN-B distribui juros periodicamente, ou seja, se você investiu dinheiro na NTN-B irá receber semestralmente um valor na sua conta.
Uma NTN-B com que paga 4% ao ano rentabiliza 4% + inflação ao ano. Se a inflação for de 6% o seu título irá valorizar 4% + 6% = 10%.

Vantagens:
Rentabilidade real, ou seja, rentabiliza acima da inflação.
Muito interessante para quem deseja acumular patrimônio num prazo longo, tendo uma rentabilidade acima da inflação.
Título possui prazos longos o que ajuda quem quer investir para o longo prazo.
Bom para quem quer receber renda corrigida pela inflação.

Desvantagens:
Se os juros subirem e você precisar do dinheiro no curto prazo, pode ter perda de capital.
No curto prazo tende a oscilar bastante.

NTN-B Principal:
Semelhante a NTN-B, mas não paga juros semestralmente. Você só receberá o valor investido no vencimento ou se vender antecipadamente.
Possui vantagens e desvantagens semelhantes a da NTN-B. No entanto, não você não irá receber renda periódica.

Como investir no Tesouro Direto

Cadastro

O primeiro passo para adquirir títulos é ser cadastrado em algum dos bancos ou corretoras habilitados para compra e venda de títulos públicos, os chamados Agentes de Custódia.
Para o cadastro, é preciso entrar em contato com a instituição escolhida e fornecer as informações solicitadas. Em seguida, você irá receber sua senha, no endereço eletrônico informado em seu cadastro. Para acessar a área exclusiva do programa, você deverá informar seu CPF e senha.
Os contatos das instituições habilitadas estão na página do TD na internet.

Descubra o seu Perfil:

Existem títulos para os mais diversos tipos de gosto. É muito importante você saber exatamente o que quer, pois isso que define qual título você irá comprar.
A primeira questão que você deve é quanto a Rentabilidade do título que você vai comprar. Existem opções de títulos para diferentes perfis, por isso veja qual a resposta mais adequada:

1. Prefiro saber exatamente quanto receberei no dia de vencimento do título;
2. O mais importante para mim é ter um título que gere rendimento acima da inflação;
3. Quero ter uma rentabilidade próxima a taxa básica de juros da economia (taxa SELIC).

De acordo com o que você precisar, um título diferente será sugerido a você pelo tesouro direto.
Se você responder a opção 1 para a primeira questão serão sugeridas a NTN-F ou LTN. Se escolher a opção 2 serão sugeridas a NTN-B e NTN-B Principal. Caso escolha a opção 3 será sugerida a LFT.

Após responder a primeira, você terá um segundo passo que é escolher como quer receber o valor que investiu:
a)   Quero receber juros periódicos, por querer reaplicar o dinheiro em algum outro investimento ou quero usufruir da renda;
b)   Quero receber apenas tudo no dia do vencimento.

Qual é o título mais adequado para você? Quadro de respostas:
1.a) NTN-F
1.b) LTN
2.a) NTN-B
2.b) NTN-B Principal
3.a) Não existe.
3.b) LFT
Estou compartilhando esse link. Ele irá direcionar você para o site do tesouro direto que possui um pequeno questionário que resumo aqui para você.
Não se esqueça de que conhecer o seu perfil é essencial para investir com qualidade.

Compra

Comprar títulos é muito simples: é só acessar a área exclusiva do Tesouro Direto e efetuar a transação.
Ao acessar a área exclusiva, é preciso informar a quantidade ou valor financeiro de cada título que pretende comprar. Uma vez escolhidos todos os títulos que lhe interessam, o sistema irá conferir os limites por CPF, verificar a disponibilidade dos títulos e solicitar a sua confirmação. Atualmente, é possível comprar no mínimo 0,2 do valor do título e no máximo R$ 400 mil por mês.

Após a confirmação da compra do título, o sistema informará a data limite para que os recursos necessários à aquisição estejam disponíveis na conta do Agente de Custódia.

Vale ficar atenta a esta data: se o pagamento não for efetuado, o investidor fica suspenso por trinta dias, ou seja, não pode efetuar nenhuma compra durante este período. Se houver reincidência, o tempo de suspensão é de seis meses e, na segunda reincidência, o investidor será suspenso por três anos.

Acompanhe os resultados:

É interessante acompanhar como vão os seus investimentos no site do tesouro direto.
Tente não olhar todo o dia, dependendo do título que você tem isso pode dar dor de cabeça.
Pense como uma investidora não como uma especuladora de curto prazo.

É MUITO IMPORTANTE que você não fuja da sua estratégia inicial. Falo isso porque muitas pessoas, quando olham que os outros títulos estão valorizando mais que o seu, tendem a querer migrar para outro tipo de investimento. Isso no longo prazo tende a gerar mais perdas do que ganhos.

Venda

Na operação de venda, assim como na compra, será necessário entrar na área exclusiva e informar a quantidade ou valor financeiro de cada título que pretende vender.

Nestes casos, a CBLC, após receber do Tesouro Nacional o valor referente aos títulos, debita os títulos da Conta de Custódia do investidor e repassa o dinheiro para o Agente de Custódia, responsável pelo recolhimento dos impostos e o repasse do valor.

Com relação aos limites nas operações de venda, o Tesouro Nacional recompra os títulos adquiridos diretamente todas as quartas-feiras sem limitação de quantidade ou de valor, desde que sejam múltiplos de 0,2.

Horários de funcionamento

O site fica disponível, para consulta, a qualquer hora do dia ou da noite. Para compras, os investidores podem utilizar o sistema todos os dias entre às 9h de um dia às 5h do dia seguinte. Nos fins de semana, é possível comprar entre às 9h de sexta-feira e às 5h de segunda-feira, sem interrupções. Nos dias úteis, entre às 5h e às 9h, o TD fica fechado para compras para manutenção do sistema.

Com o objetivo de garantir liquidez aos títulos públicos adquiridos, o Tesouro Nacional realiza recompras semanais, entre 9h das quartas-feiras e 5h das quintas-feiras.

No caso das recompras por parte do TN, nas semanas em que houver reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), a operação também é realizada entre 9h de quinta-feira e 5h de sexta-feira. A negociação dos títulos, exceto da LFT, fica suspensa entre 17h da quarta-feira e 9h de quinta-feira, início do mercado, para evitar que as decisões do comitê sobre taxa básica de juro – a Selic – possam afetar as negociações sem que haja um correspondente efeito no mercado secundário.

Riscos

Existem basicamente 2 riscos:

Risco de crédito

É o risco de tomar o famoso “calote”. O risco dos títulos públicos é extremamente baixo, pois se o governo der o calote, o impacto seria bem forte no resto da economia e ninguém quer isso. O risco é considerado extremamente baixo pelos especialistas.

Risco de Mercado

O valor dos títulos oscila diariamente. Por isso é muito importante você comprar títulos de acordo com a sua necessidade. Existem títulos sugeridos para curto prazo e para longo prazo. Se você compra um título de prazo maior, terá um risco de perder dinheiro se precisar do dinheiro antes da data de vencimento.

No entanto, o contrário também pode ocorrer, uma vez que você pode ter um grande ganho. Já aviso que especular no mercado de títulos públicos não é coisa para peixe pequeno então cuidado com as brincadeiras!

Custos e Tributação

Entre as tributações temos o famoso Imposto de Renda que varia da seguinte forma:
22,5% para aplicações com prazo de até 180 dias;
20% para aplicações com prazo de 181 dias até 360 dias;
17,5% para aplicações com prazo de 361 dias até 720 dias;
15% para aplicações com prazo acima de 720 dias.
Para resgates em aplicações com menos de 30 dias existe também o IOF.

Existem mais 2 custos:

Taxa cobrada pela BMF&BOVESPA que é a taxa de custódia de 0,3% ao ano sobre o valor dos títulos.
Taxa cobrada pela instituição financeira que varia de instituição para instituição. O site do tesouro direto oferece um ranking das taxas das instituições financeiras.


Caderneta de Poupança

No Brasil, as contas de poupança que também são chamadas de “cadernetas de poupança”, são historicamente destinadas à pequenos depositantes e investidores financeiros. Geralmente não concede uma remuneração atraente aos depositantes em função do uso de um redutor calculado sobre os juros.

Mas quando há uma tendência de redução da taxa SELIC (indicador das taxas de juros), a poupança se torna um investimento muito atraente, pois é isenta de imposto de renda e imposto sobre operações financeiras.

A Caixa Econômica Federal é o maior depositário e incentivador desse tipo de investimento, havendo ganhado por vários anos o prêmio Top of Mind no segmento poupança.

A caderneta de poupança é um dos investimentos mais tradicionais (se não for o maior), por conta da segurança que ele garante. Mas como já dissemos algumas vezes, em se tratando de investimentos, segurança é sinônimo de baixa rentabilidade. Quanto maior o risco, menos seguro o investimento e (provavelmente) mais rentável.

Além da segurança, a poupança tem outra característica que pode ser considerada uma vantagem. A rentabilidade da poupança é definida pelo Banco Central. Sendo assim, todos os bancos são obrigados a praticar a mesma correção para esse investimento. Independente do banco que você seja cliente, a rentabilidade será a mesma.

Maximize seu investimento na poupança

Menor saldo do período: a rentabilidade é definida sempre sobre o menor saldo do período.

Por exemplo, se você iniciou o mês com R$ 1.000 e sacou R$ 400 após 15 dias, a rentabilidade será calculada sobre R$ 600. Isso mostra que saques fora da data de aniversário podem prejudicar a rentabilidade de forma significativa.

Sub-contas: vale a pena considerar instituições que ofereçam sistemas que gerenciem aplicações e saques, de forma que sejam criadas “sub-contas” dependendo do aniversário, sem a necessidade de abrir novas contas. Isso, em geral, garante que os saques sejam feitos das sub-contas com aniversário mais vantajoso.

Dias úteis e não úteis: no caso de datas de aniversário em dias não úteis, não saque no dia útil anterior, já que você perderá toda a rentabilidade do período. Espere o dia útil posterior ao aniversário para sacar sem perder juros.

Veja esse infográfico e entenda tudinho sobre a poupança

Infograficos-Poupanca

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