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Investimentos – Renda Fixa

Investimentos – Seu GUIA para investir em Renda Fixa

Olá meninas,

Dando continuidade ao excitante assunto do mês de Outubro, INVESTIMENTOS, hoje venho apresentar para vocês um pouco sobre o mundo dos investimentos em renda fixa.

Depois de superado todo o processo na vida financeira o passo importante é investir.

Se você é uma mulher que busca sua independência, segurança e tranquilidade na vida financeira então você precisa começar a ser amigável com os investimentos.

Confesso a vocês que sou fascinada com todas as possibilidades que investir oferece. Tem melhor sensação do que se sentir poderosa? Investimentos faz isso com a gente, tomamos nosso próprio destino nas mãos e passamos a controlar nossos ganhos. Daí em diante, entre descobertas e desafios o mundo fica muito mais divertido.

Entenda que para todos seus objetivos financeiros, investimentos será sempre o seu melhor amigo!

Esse post é para você que gosta de ditar as próprias regras! Assim como eu 😉

Segure na minha mão e vamos em frente!

Hoje você conhecerá um pouco mais sobre o que é, quais as opções, como começar a investir em Renda fixa e um pouco mais!

Você verá que essa é  uma alternativa acessível e fácil… uma ótima opção para começar ou até mesmo para diversificar sua carteira de investimentos.

Divirtam-se!

O que é Renda Fixa?

Woman reading newspaper business page

Pois bem, em primeiro lugar, o que é isso?

Renda Fixa é um termo que se refere a qualquer tipo de investimento que possui uma remuneração paga em intervalos e condições preestabelecidas.

Uma maneira fácil de você entender o que é renda fixa é imaginar que cada título é como um empréstimo onde o investidor concede dinheiro a uma entidade em troca do pagamento de juros. Nesse contexto, essa entidade, geralmente um banco (pode ser uma empresa ou o próprio governo), emite um documento onde ele se compromete a devolver o dinheiro pago acrescido de juros em uma data preestabelecida.

O investimento em renda fixa pode ser contrastado com investimentos de renda variável considerando simplesmente a previsibilidade da remuneração. No primeiro caso é possível prever o valor que será recebido pelo investimento, pois estes valores são previamente definidos. Já no segundo caso isso não é possível, pois a remuneração está associada às características do mercado que dependem de diversos fatores econômicos normalmente imprevisíveis.

Por exemplo, se você investir R$ 1.000 a uma taxa de juros de 2% ao mês, você receberá no final da aplicação R$ 1020. A soma do que você investiu inicialmente (R$ 1.000) mais os juros cobrados (sem o cálculo de despesas ou impostos).

Classificação das aplicações em Renda Fixa

Os investimentos de renda fixa são aplicações financeiras em títulos de renda fixa, que podem ser classificados segundo dois critérios:

  • quanto ao tipo de emissor do título, entre públicos (Governo) e privados (empresas);

  • quanto à rentabilidade do título, em prefixados e pós-fixados.

  • Prefixado: são aqueles cujo rendimento está associado a um valor previamente conhecido (como um percentual de ganho) e uma data de vencimento. Nesse tipo de investimento, o portador do título resgata o valor investido na data de vencimento acrescido da remuneração previamente acordada. Exemplo.: Poupança e alguns títulos públicos, como a LTN.

Você sabe o que significa quando o gerente do seu banco lhe oferece um CDB prefixado de 360 dias rendendo 18%?

Isto significa que você já sabe o quanto receberá dentro de um ano – o valor investido mais juros pelo período (360 dias) em que o dinheiro foi investido.

  • Pós-fixado: são, em essência, títulos de renda variável, no entanto, são classificados como sendo de renda fixa pois seu rendimento está associado a indicadores do mercado (que sofrem menos oscilações) além de poderem ter alguma forma de garantia fornecida pela entidade emissora do título (como um percentual mínimo de ganho). Dessa forma, na data de vencimento, o portador do título resgata o valor investido acrescido da remuneração determinada pelo indicador no período do investimento e das garantias acordadas, quando houver. Exemplo: Alguns títulos públicos, como a NTN-F.

Esses títulos têm o seu rendimento fixado como sendo a soma da variação da inflação (medida pelo IGP-M ou IPCA) mais uma taxa de juros predeterminada. Portanto, se a inflação for 7% e a taxa predeterminada for de 6% então a taxa bruta (excluindo impostos) será de 13%. Se a inflação subir para 9%, então a taxa bruta sobe para 15%.

Por isso que a maioria dos analistas fala que um investimento pós-fixado é mais adequado quando se espera um aumento da inflação, ou da taxa de juros. Pois, como vimos, neste tipo de cenário o rendimento do título tende a subir aumentando o retorno para o investidos.

Modalidades de investimento em Renda Fixa

Woman on bed organising home finances

Alguns exemplos são:

  • Certificado de depósito Bancário – CDB

  • Debêntures

  • Títulos públicos – Tesouro Direto (LTN, LFT ou NTN)

  • Caderneta de poupança

  • Fundos de Investimentos

  • LCI

  • LCA

Como investir em Renda Fixa?

O investimento pode ser feito diretamente em títulos de renda fixa, comprando debêntures, CDBs, LTNs, etc. Neste caso é necessária a abertura de uma conta em uma agente de custódia, ou você pode aplicar neste mercado indiretamente através dos vários tipos de fundos de investimento em renda fixa.

Riscos

Os riscos envolvidos ao investir em Renda Fixa são os seguintes:

– Inadimplência do Emissor do título

Quem investe em renda fixa está comprando um Título de Dívida, ou seja, empresta dinheiro ao emissor do papel, que em troca lhe paga juros até a data de vencimento desse papel, quando ocorre o resgate do título.

Sobretudo quando os emissores dos títulos ficam inadimplentes e não conseguem pagar a dívida é quando o maior risco vinculado a estes títulos ocorre.

Este é o cenário que ocorreu com a Argentina em 2002 e o drama que vive as economias desenvolvidas atualmente, que se encontram em um limite de endividamento e não conseguem obter novos empréstimos sem que o mercado cobre uma taxa mais alta.

– Mudanças bruscas nas taxas de juros

Outro risco é quando há mudanças bruscas nas taxas de juros o que causa impacto nas cotações dos títulos. Isto acontece porque o preço dos títulos são preços de mercado e oscilam conforme as expectativas de juros pelos agentes financeiros.

Se for feita a venda dos títulos de forma antecipada, esta oscilação pode ser negativa, podendo gerar perdas financeiras. Esta troca de títulos gerando perdas é o mecanismo conhecido como marcação a mercado nos fundos de investimentos.

– Inflação

Ainda que não ocorra a perda nominal do capital, o valor investido na Renda Fixa poderá sofrer perdas no poder aquisitivo se a inflação no período do investimento for maior do que a rentabilidade conferida ao título investido.

– Desvalorização Cambial

O mundo está conectado e não adquirimos produtos exclusivamente em Reais. Apesar da boa saúde neste momento da economia brasileira, já tivemos no passado muito problemas econômicos, o que desvalorizava nossa moeda perante os pares mundiais, encarecendo a compra/importação de produtos cotados em outras moedas. A desvalorização cambial, portanto, gera um risco que deve ser considerado em seus investimentos.

Referências:
Clube de Vienna
Infomoney
Wikipedia
Quero ser rico agora
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