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Mulheres empreendedoras: vigie seu negócio

Esse é um guest post da SEOmaster. Boa leitura meninas!

De acordo com o Sebrae, de cada 100 Empreendedores individuais, 45 são mulheres. Esse dado já seria digno por si só, interessante se não fosse complementado por mais duas informações que mostram a presença feminina tomando espaço no mundo empresarial.  São 61 mil mulheres comandando franquias Brasil afora e conseguindo um faturamento 32% maior do que as lojas gerenciadas por homens.

Esse aumento evidente da participação das mulheres na vida econômica do país é para ser comemorado, mas também deve servir para mostrar o aumento da responsabilidade que nós temos diante desse novo quadro.

Estar à frente da empresa significa dizer que outras pessoas – diretamente ou indiretamente – dependem e precisam de nós. Mas não vamos entender isso como um fardo. É, antes de qualquer coisa, um grande desafio que já provamos que somos capazes de encarar.

Nossos negócios precisam de nós. É isso que temos que ter em mente. Empresa fadada ao fracasso é aquela que é uma órfã. Ninguém zela por sua saúde, ninguém cobra boas notas no final do mês. Empresa forte tem o olho, a mão e a presença constante da dona.

Nunca é demais entender quais são os órgãos vitais dos nossos negócios:
1) Gestão administrativa: empresa boa é sempre saudável. Tem sua documentação em dia e regularizada. Ela está, portanto, apta para fechar negócios com grandes empresas – que sempre exigem parceiros que estejam cumprindo as regras como devido – ou mesmo pronta para participar de concorrências públicas.

2) Gestão Financeira: as finanças de uma empresa estão diretamente ligadas à saúde desta e sua capacidade de sobrevivência. Descuidar dela é assinar atestado de morte. Uma empresária precisa estar munida de todas as informações que cercam seu negócio para decidir que caminho seguir. Vai investir? Vai fazer promoção? Vai parcelar as vendas? Quanto de dinheiro está entrando e está saindo? É possível fazer cortes? Perguntas como essa são respondidas quando há gestão financeira.

3) Gestão de Estoque: qualquer que seja o negócio da empresa, pelo menos um almoxarifado ela provavelmente tem. Então, é bom não deixar ele defasado. Mas, em geral, o que as empresas têm mesmo é um belo e recheado estoque. Ele precisa ser organizado minuciosamente e é fundamental que se saiba exatamente o que há nele e como o estoque será manuseado. Seu negócio é um salão? Então você tem como saber qual esmalte, qual tinta de cabelo ou hidratante é mais pedido por clientes. Enfim, evite dizer à cliente “não tem”. A chance dela procurar outro estabelecimento é muito grande.

4) Gestão de Pessoas: equipes são parceiros. Funcionários precisam gostar de estar na empresa. Esse é um desafio maior quando se é uma pequena empresa: segurar o funcionário. O ideal é não perder muito tempo querendo convencer jovens instáveis a ficar por 10 anos na sua loja. Respeite os direitos trabalhistas, descubra as peças de diamantes que toda equipe tem e invista nele (se você não tem, talvez deva questionar sua forma de seleção). Se for mudar de gerente, que tal escolher um nome da equipe? Deixe-os crescer.
Lembre-se de mais um ponto importante: você. Estude, leia, se informe, sempre.



5) Publicidade: sim, ela ainda é importante, mas tem mudado de perfil. Não precisa de grandes gastos hoje em dia. Comece devagar, e devagar significa uma coisa só: internet. Tenha um site/blog dinâmico, abra perfis da empresa (não pessoal) em redes sociais e as movimente. Faça promoções relâmpago e entre em contato, sempre, com seus clientes. Enfim, comece com as alternativas mais baratas, mas lembre da alta qualidade. Nada pior do que uma empresa com um site amador e mal feito.

Cinco pilares da boa empreendedora. A atenção a cada um deles dirá o tamanho do sucesso que você alcançará.

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