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Veja algumas histórias de mulheres que já deram o primeiro passo!

Conheça mulheres que decidiram aplicar o dinheiro de variadas formas e saiba o que elas pretendem fazer com a grana guardada.

Daniela Braga, 35 anos, produtora de cinema

“Eu aplico em ações do meu banco na Bolsa e tenho um CDB moderado, mais um VGBL. Neste último, aplico por razões de aposentadoria. Os outros eu aplico porque nunca fui de ficar com dinheiro em poupança, pois acho que rende pouco. Leio todos os boletins e informativos do banco, faço uma comparação anual e vejo se eu possuo o capital de aporte para investir. Faço isso como uma questão de segurança, pois como ainda vivo de trabalhos como freelancer, não sei o que pode ser de mim amanhã ou depois. Opto sempre por investimento de médio a longo prazos, deixando um pouco nos de curto para o caso de emergência”.

Damaris Martins, 33 anos, secretária

“Possuo uma poupança desde os quinze anos. Em 2005, adquiri um CDB e um título de capitalização. No primeiro momento, minha intenção era poupar. Depois, a idéia era fazer algumas viagens – estive por três meses no Canadá e, no ano passado, fui a sete países da Europa. Consegui, ainda, comprar um carro à vista. Todo mês, 20% da minha renda vão para esses investimentos. Na hora de escolher, ouvi a opinião da minha gerente e também de amigos, pois tinha medo de fazer um mau negócio. Também tive o cuidado de escolher o banco e estou bastante satisfeita, pois consigo resolver tudo por telefone e fazer transações pela internet. Agora o meu sonho é juntar dinheiro para comprar um apartamento”.

Fernanda Holthauzen, 28 anos, relações públicas

“Há mais de dois anos tenho poupança e previdência privada. Todo mês, destino 5% da minha renda mensal para a poupança e 10% para a previdência. Quero ter dinheiro para me aposentar sem depender do INSS, mas também me preocupo com o fato de nem sempre eu conseguir trabalhar com carteira assinada. A idéia é ter dinheiro caso eu tenha algum imprevisto, como perder o emprego, ou então para fazer alguma viagem. Penso também em usar o dinheiro guardado para uma coisa especial, talvez uma viagem pela Europa. Mas, no futuro, pode ser que eu comece a arriscar mais. Depois que li o livro O Clube do Dinheiro das Smart Cookies (Ed. Planeta), fiquei realmente animada com a narrativa e com bastante vontade de aplicar uma quantia na Bolsa de Valores. Só não faço isso agora porque ainda quero pesquisar mais sobre o assunto”.

Irena Grassi, 24 anos, jornalista

“Tenho poupança desde que nasci. Minha mãe e minha avó depositaram dinheiro por mim durante anos. Então, quando comecei a trabalhar, passei a depositar lá uma parcela do que ganho. Como moro com meus pais e não tenho grandes despesas, consigo atualmente depositar pelo menos 50% do que eu ganho. Sempre tem alguém que tenta me convencer a aplicar em um fundo que rende mais ou numa previdência. No entanto, prefiro deixar o dinheiro onde está, pelo menos por enquanto, pois fundos de renda variável são mais arriscados e não quero correr riscos. Mas penso em usar o dinheiro para alguma coisa especial. A curto prazo, tenho vontade de fazer uma viagem para o exterior; a longo prazo, a idéia é juntar dinheiro para comprar uma casa ou apartamento para mim. Não descarto fazer outros tipos de investimento, mas vai depender da quantidade de dinheiro que eu tiver no futuro”.

Clarissa Ramos, 31 anos, produtora editorial

“Possuo dois fundos de investimento referenciados, um DI 10 mil e um DI 200, recomendados pelo meu gerente. Comecei a investir o dinheiro há três anos, quando recebi parte do dinheiro da venda de um imóvel da minha família. Foi a forma que encontrei de não gastar e ainda fazer o dinheiro render sem muito esforço. Isso é bom para planejar o que fazer com ele no futuro ou me garantir nos tempos de vacas magras”.

Clarissa continua: “Não tenho um percentual fixo, mas tento colocar todos os meses alguma coisa da minha renda mensal nos dois investimentos. No maior, coloco uma quantia mais alta; no menor, menos. Depende de quanto sobra, mas atualmente deposito no mínimo R$200 por mês. Faço todo o trâmite pela internet, o que é bem prático. Estou juntando dinheiro para fazer algo no futuro. É uma quantia que ainda não me permite comprar um imóvel, mas posso dar um lance inicial alto numa previdência privada. Pode ser que ainda eu faça isso com parte dos meus rendimentos”.


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